Azimute 44º
... estive a fazer ERASMUS na Lituânia...
Domingo, 5 de Maio de 2013
Terça-feira, 23 de Abril de 2013
Domingo, 14 de Abril de 2013
A cidade do Vaticano explicada
Mais um excelente vídeo do CGPGrey. Mas afinal, como funciona esta cidade/estado? Eis a resposta:
Quinta-feira, 11 de Abril de 2013
Não queremos remodelações, queremos DEMISSÃO!!
O sábio conselheiro
FONTE
Marcha contra o empobrecimento
Lisboa | 13 de Abril | 14h30
Concentração
Cais do Sodré (Setúbal) - Príncipe Real (Lisboa)
Lisboa | 13 de Abril | 14h30
Concentração
Cais do Sodré (Setúbal) - Príncipe Real (Lisboa)
Terça-feira, 9 de Abril de 2013
Dia Mundial do Teatro - Parte 2
É já no próximo sábado, pelas 21h00, que a Junta de Freguesia da Ramada encerra as comemorações do Dia Mundial do Teatro, com a peça "Alquimia do Sonho vai a jogo - Jogo de Palavras" pelo Grupo de Teatro Alquimia do Sonho, da Associação Sócio-Cultural Jovens da Ramada.
A entrada é livre. A não perder!
A entrada é livre. A não perder!
Domingo, 7 de Abril de 2013
O que pensam os portugueses de Portugal
É interessante ver o documentário que o ator Diogo Morgado (parece que é Hot Jesus, para os amigos) fez no ano passado, a propósito da iniciativa "Portugal, O Melhor Destino".
Domingo, 31 de Março de 2013
Night train to Lisbon
Uma coisa é certa - há filmes que entram por nós a dentro sem pedirem licença, sem que percebamos ou sem que lhe demos autorização.
Foi assim com este filme.
Fui tomada de assalto logo pelo cartaz, e nem foi preciso ver nenhum trailer para começar a dizer a toda a gente "temos que ir ver este filme".
Sobre o filme, apetecia-me sentar aqui e contar a história do início a fim, mas prometo conter-me.
É baseado na obra homónima de Pascal Mercier (ainda é muito cedo para pedinchar prendas de Natal, não é?), realizado por Bille August e conta a história de Raimund Gregorius (Jeremy Irons) um professor suiço que o acaso, ou a curiosidade, trazem no comboio noturno para Lisboa. Tudo o que ele tinha era o bilhete de comboio, um casaco vermelho de uma desconhecida, e um livro de Amadeu de Almeida Prado, "O ourives das palvras". Foi o que bastou para que se deslumbrasse pela escrita e pela história de um homem, médico vem a saber, e das personagens do seu livro, que relata uma impressionante história de crescimento e resistência anti-fascista.
Não falta nada - amores, desamores, resistência, torturas, relações familiares. A vida do jovem Amadeu serve de mote a toda uma descoberta interior de Raimund, mas também nossa, já que somos levados pelo professor na sua descoberta do livro e de Lisboa, que nos é presenteada sob tantos dos seus maravilhosos ângulos.
É um filme fenomenal, tão filosófico como cativante, que certamente nos deixará a todos mais ricos.
Mas antes do habitual trailer, uma ideia do filme que não me sai da cabeça. Diz a certa altura o jovem Amadeu (ou o professor, não sei bem) que quando visitamos um sítio novo deixamos lá uma parte de nós que só recuperamos quando lá voltamos. É isso mesmo...
Fica então o trailer, do filme que tem uns muito parcos 6,8/10 no IMDb.
Foi assim com este filme.
Fui tomada de assalto logo pelo cartaz, e nem foi preciso ver nenhum trailer para começar a dizer a toda a gente "temos que ir ver este filme".
Sobre o filme, apetecia-me sentar aqui e contar a história do início a fim, mas prometo conter-me.
É baseado na obra homónima de Pascal Mercier (ainda é muito cedo para pedinchar prendas de Natal, não é?), realizado por Bille August e conta a história de Raimund Gregorius (Jeremy Irons) um professor suiço que o acaso, ou a curiosidade, trazem no comboio noturno para Lisboa. Tudo o que ele tinha era o bilhete de comboio, um casaco vermelho de uma desconhecida, e um livro de Amadeu de Almeida Prado, "O ourives das palvras". Foi o que bastou para que se deslumbrasse pela escrita e pela história de um homem, médico vem a saber, e das personagens do seu livro, que relata uma impressionante história de crescimento e resistência anti-fascista.
Não falta nada - amores, desamores, resistência, torturas, relações familiares. A vida do jovem Amadeu serve de mote a toda uma descoberta interior de Raimund, mas também nossa, já que somos levados pelo professor na sua descoberta do livro e de Lisboa, que nos é presenteada sob tantos dos seus maravilhosos ângulos.
É um filme fenomenal, tão filosófico como cativante, que certamente nos deixará a todos mais ricos.
Mas antes do habitual trailer, uma ideia do filme que não me sai da cabeça. Diz a certa altura o jovem Amadeu (ou o professor, não sei bem) que quando visitamos um sítio novo deixamos lá uma parte de nós que só recuperamos quando lá voltamos. É isso mesmo...
Fica então o trailer, do filme que tem uns muito parcos 6,8/10 no IMDb.
Quarta-feira, 27 de Março de 2013
Ao lado uns dos outros
Quem ganha mais?
Fonte
Como dizia alguém, o mote é dividir para reinar. E nós deixamos? O Governo faz-nos querer que os males do mundo são todos da responsabilidade dos funcionários públicos. Mas são?
O funcionário comum (excluindo juízes, médicos e o somatório de "boys" renovados a cada quatro anos) não é o inimigo. Aliás, enquanto for encarado como tal sairemos sempre todos a perder. Porque cada perda de direitos na função pública representa uma antevisão do que vai acontecer no privado (veja-se o que aconteceu com os subsídios, por exemplo).
Se existem problemas na função pública e no aparelho de Estado? SIM! Mas a solução não está em despedir funcionários públicos porque são todos uns calões muito bem pagos. Para chegar à solução é preciso identificar o problema, e o problema está na forma como está montada a máquina, nos objetivos, nos oportunismos e na corrupção. Há muito trabalho para ser feito na função pública, assim haja vontade política e boa organização.
Mas nada como atentar nas palavras sábias desse grande comentador político que é Ricardo Araújo Pereira, numa carta aos desempregados, a já famosa "Carta aos 19%":
Artigo completo aqui
Enquanto não soubermos onde está o inimigo, quem ganha é ele.
O funcionário comum (excluindo juízes, médicos e o somatório de "boys" renovados a cada quatro anos) não é o inimigo. Aliás, enquanto for encarado como tal sairemos sempre todos a perder. Porque cada perda de direitos na função pública representa uma antevisão do que vai acontecer no privado (veja-se o que aconteceu com os subsídios, por exemplo).
Se existem problemas na função pública e no aparelho de Estado? SIM! Mas a solução não está em despedir funcionários públicos porque são todos uns calões muito bem pagos. Para chegar à solução é preciso identificar o problema, e o problema está na forma como está montada a máquina, nos objetivos, nos oportunismos e na corrupção. Há muito trabalho para ser feito na função pública, assim haja vontade política e boa organização.
Mas nada como atentar nas palavras sábias desse grande comentador político que é Ricardo Araújo Pereira, numa carta aos desempregados, a já famosa "Carta aos 19%":
Não estás sozinho. O governo prepara-se para propor rescisões amigáveis a milhares de funcionários públicos. Vais ter companhia. Segundo o primeiro-ministro, as rescisões não são despedimentos, são janelas de oportunidade. O melhor é agasalhares-te bem, porque o governo tem aberto tantas janelas de oportunidade que se torna difícil evitar as correntes de ar de oportunidade. Há quem sinta a tentação de se abeirar de uma destas janelas de oportunidade e de se atirar cá para baixo. É mal pensado. Temos uma dívida enorme para pagar, e a melhor maneira de conseguir pagá-la é impedir que um quinto dos trabalhadores possa produzir. Aceita a tua função neste processo e não esperneies.
Artigo completo aqui
Enquanto não soubermos onde está o inimigo, quem ganha é ele.
Segunda-feira, 25 de Março de 2013
Mama
Basta falarem 10 minutos sobre cinema comigo para saberem uma coisa - eu não vejo filmes de terror. Por isso foi de estranhar quando eu disse "ah, acho que podíamos ver o Mama, parece giro".
Dica imediatamente aproveitada - e ainda bem, digo eu - lá fomos ver o filme que me conquistou logo pelo trailer.
Mama é um filme de Andres Muschietti que conta a história de duas meninas (Megan Charpentier e Isabelle Nélisse) que passam anos sozinhas numa cabana, depois de uma série de acontecimentos trágicos, e que sobrevivem sob a proteção de uma criatura a quem chamam de Mamã até serem encontradas pelo tio (Nikolaj Coster-Waldau) e pela namorada (Jessica Chastain). Os tios contam ainda com a ajuda do psiquiatra que as acompanha, interpretador por Daniel Kash.
Uma história comovente de amor, carregada de emoção e arrepior. Não, não é um filme de terror hard core. Mas é suficientemente inquietante para ter saido de lá cansada de tanto sobressalto.
A verdade é que adorei! Descontanto o normal exagero de filmes sobrenaturais, acho que a história está bem montada e cativa do início ao fim. Tem sustos, tem momentos nojentos, tem até momentos divertidos. E um final inesperado.
Fica a recomendação - o filme tem apenas 6,5/10 no IMDb - e, como sempre, o trailer:
Dica imediatamente aproveitada - e ainda bem, digo eu - lá fomos ver o filme que me conquistou logo pelo trailer.
Mama é um filme de Andres Muschietti que conta a história de duas meninas (Megan Charpentier e Isabelle Nélisse) que passam anos sozinhas numa cabana, depois de uma série de acontecimentos trágicos, e que sobrevivem sob a proteção de uma criatura a quem chamam de Mamã até serem encontradas pelo tio (Nikolaj Coster-Waldau) e pela namorada (Jessica Chastain). Os tios contam ainda com a ajuda do psiquiatra que as acompanha, interpretador por Daniel Kash.
Uma história comovente de amor, carregada de emoção e arrepior. Não, não é um filme de terror hard core. Mas é suficientemente inquietante para ter saido de lá cansada de tanto sobressalto.
A verdade é que adorei! Descontanto o normal exagero de filmes sobrenaturais, acho que a história está bem montada e cativa do início ao fim. Tem sustos, tem momentos nojentos, tem até momentos divertidos. E um final inesperado.
Fica a recomendação - o filme tem apenas 6,5/10 no IMDb - e, como sempre, o trailer:
Segunda-feira, 18 de Março de 2013
Semana em marmitas [6]
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