terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Relvas, o sensível



FONTE

E nós, quando é que deixamos de ser sensíveis ao discurso do "tem que ser", do "aguenta", do "esperem até ao final do mandato"?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

OFICINA DE TEATRO na Junta de Freguesia da Ramada


Duma parceria entre a Junta de Freguesia da Ramada e a Escola Secundária da Ramada e o GTAAR, nasce no próximo dia 20 de fevereiro uma Oficina de Teatro.

Mais do que ser um grupo de teatro, esta oficina pretende compreender todas as atividades necessárias para a montagem de um espetáculo - representação, dança e canto, cenários, guarda-roupa, luzes, entre outras atividades. Há por isso espaço para todos os que gostam de teatro, para todas as idades.

Primeira reunião para todos os interessados, 20 de fevereiro, pelas 20h30 na sede da Junta de Freguesia da Ramada.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O "e comercial"

Hoje aprendi mais uma coisa. Se calhar eu era a única pessoa no mundo que não sabia isto, mas achei giro.

Evolução do símbolo &.

Mais sobre o & aqui.

Pronto, e é isto! Amanhã há mais...

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Semana em marmitas [2]

Aqui estão as fotos das minhas marmitas desta semana. Na quinta-feira fui desencaminhada pela minhas colegas para ir almoçar fora, por isso lá ficou a marmita de quinta para sexta-feira.

1. Feijoada de soja com arroz
2. Bolonhesa de soja e cogumelos com feijão verde
3. Nuggets de bróculos com couscous e espinafres salteados
4. Legumes cozidos com salsichas no forno

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

American Music Burger

Férias nos EUA é sinónimo de fast food. Para mim é! Mas não há nada mais complicado que regressar a uma rotina saudável depois de passar uma semana a comer burgers, batatas fritas, pizzas e donuts.

Para quem precisa de matar saudades, ou simplesmente para os gulosos, eis uma sugestão de um dinner quase americano em Lisboa - o American Music Burger. Este dinner fica em Alvalade, no Largo Machado de Assis, número 1, numa zona bem acolhedora (ou que já foi ou que poderia ser).


Este restaurante clama para si o melhor burger do mundo mas sobre esse, como sabem, não tenho nada a dizer. O menu é diversificado, e vai dos burgers aos bifes, massas e saladas.

O QUE COMI:

Claro que fui lá para comer o burger vegetariano. É bom, mas não é extraordinário. O pão é quase um pão de leite, o que sinceramente, me pareceu uma combinação vencedora. Todos os burgers vêm com dois acompanhamentos (entre batatas, arroz e espinafres salteados com alho). Comi as batatas e os espinafres, e sem dúvida foram o melhor do prato.
Para acompanhar batido de morango (mas há alguma coisa que ligue melhor com burgers e batatas?) e para finalizar um waffle com mel e canela - quentinho e delicioso!

PONTOS FORTES:

Para além da comida, é bem localizado, bem decorado, boa comida, preços acessíveis.

PONTOS FRACOS:

Não tem zona para não fumadores, o que pode ser incomodativo. A música tem uma presença forte, mas enquanto lá estivemos a escolha recaiu sobre o CD ao vivo do João Pedro Pais - nada contra o rapaz, mas pareceu-me uma escolha musical preguiçosa.

Esta era exatamente a vista que eu tinha do lugar onde estava.


FOTOS RETIRADAS DA NET. LINKS DIRETOS NAS FOTOS.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Cloud atlas


No sábado fui ao cinema ver um filme do ano passado, que estava com muita pena de não ter conseguido ver no cinema. Felizmente ainda há duas salas em Portugal com o cinema em cartaz, e uma delas era no C. C. Alegro.

Cloud Atlas é um filme de Lana e Andy Wachowski (de Matrix e as suas sequelas e V for Vendetta, por exemplo) e Tom Tykwer (de Perfume: The Story of a Murderer, por exemplo).

A sinopse oficial do filme caracteriza-o completamente:
Uma exploração de como as ações de vidas individuais têm impacto noutras no passado, presente e futuro, ao mesmo tempo que uma alma é transformada de assassino a herói, e um ato de bondade ondula através dos séculos para inspirar uma revolução. (tradução minha)

A história do filme passa-se em 6 tempos diferentes, do século XIX a uma era pós-apocalíptica, com diversos fios condutores que ligam todas as histórias e que, no fim, justificam toda a trama (a música, a escravatura, a energia nuclear, mas acima de tudo, as relações humanas, os atos de bondade e de malvadez).

Cloud Atlas conta ainda com um elenco de luxo – Tom Hanks, Halle Berry, Jim Broadbent, Hugo Weaving (sim, o Mr. Smith, que faz de mau como ningém), Jim Sturgess, Doona Bae, Ben Whishaw, James D'Arcy, Zhou Xun, Keith David, David Gyasi, Susan Sarandon e Hugh Grant – e uma banda sonora impressionante. E também fotografia, é preciso dizer.

Foi um filme que me prendeu à cadeira do início ao fim. É um filme nada previsível, num enredo bem pensado e bem montado, que nos aponta uma série de fragilidades do ser humano e que nos faz pensar naquilo que temos hoje como sociedade. A escravatura atual será assim tão diferente da escravatura do século XIX? E para onde é que vamos?

Recomendo muito que vejam este filme. É daqueles cheio de citações boas para usar no dia a dia (quando é que passo a tomar nota destas coisas?...). Está classificado no IMDb com uma nota de 7,9/10, e como sempre fica o trailer: