quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Olhem só esta beleza


É um híbrido de ar retro, onde, confesso, o que me atrai mais é mesmo o aspecto exterior a recordar as máquinas dos anos 70. O preço não é muito convidativo - €999 - mas tem muito boas revisões (do que vi), podendo ser utilizada em modo óptico ou electrónico.
Não é para comprar, pelo menos no meu caso, mas para apreciar. Achei-a demasiado fofa para não partilhar.

Todas as características aqui.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Da Amália

Podem ter visto no Facebook que domingo tive uma vontade arrebatadora de ouvir Amália. Ouvi mais de 50 vídeos do Youtube seguidos.
Não conhecia esta música, mas adorei-a! Porque há algo na melodia que me faz lembrar os clássicos da Disney. E ainda que a letra seja um bocadinho drástica, no fundo é bem bonita.


AMOR SOU TUA

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Contra a extinção da freguesia da Ramada

MOÇÃO
À População da Ramada


Considerando que:
- o Governo PSD/CDS afirma que é imperioso fazer uma reforma administrativa e para isso apresentou como primeira proposta liquidar freguesias – algumas com mais de 5 séculos de existência – por exemplo a Póvoa de Santo Adrião é freguesia há 3 séculos.
- a freguesia da Ramada criada há 22 anos, passou de um subúrbio quase esquecido e de certo modo abandonado a vila, sendo uma mais-valia do Concelho de Odivelas.
- a sua população constitui uma comunidade muito própria. Não é por acaso que o seu crescimento foi galopante, duplicando a sua população rapidamente encontrando-se neste momento em crescimento acelerado.
- a sua criação foi proposta na Assembleia da República pelo PCP mas a sua aprovação mereceu unanimidade de todos os partidos, somente pela necessidade sentida pelas populações e pela importância que se manifestava pela existência do Poder Local próximo da sua população.
- agora, este Governo – porque esquece ou não conhece tudo isto – avança com critérios que nada têm a ver com o bem gerir e servir a “Coisa Pública”, e quer integrar a freguesia da Ramada na freguesia de Caneças, situação que só vem lesar as duas freguesias.
- a Ramada é freguesia e vila e tem vida e dinâmica muito próprias e assim deve continuar para avançar e melhorar aquilo que tem vindo a ser feito nestes 22 anos.
- a população da Ramada tem o direito de se opor por todos os meios legais ao seu dispor, pois ainda bem se lembra como foi a sua vida quando não era freguesia, administrativamente autónoma e independente.
- hoje, tem mais de 20.000 habitantes e 4,9 Km2 de área; tem 5 escolas do primeiro ciclo e 9 salas de jardim-de-infância, uma escola básica 2/3 e uma escola secundária, no sector público com mais de 3.000 alunos; tem vários estabelecimentos de ensino privados em todos os níveis de ensino, incluindo o universitário.
- tem comércio local dinâmico e sempre em crescimento acompanhando o desenvolvimento da freguesia.

Nesta conformidade, a Junta de Freguesia da Ramada, reunida em 19 de Outubro de 2011 delibera por unanimidade manifestar o mais profundo repúdio e oposição a que a Ramada deixe de ser freguesia com autonomia política e administrativa.


O Executivo da Junta de Freguesia da Ramada

Ramada, 19 de Outubro de 2011
(moção aprovada em Reunião de Junta)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ISCAL - Sessão Solene de Abertura do Ano Lectivo 2011/2012


Lá estarei!

Sabem que mudaram de vida quando...

A coisa que mais querem ter no momento não é um gadget da moda, não é um CD, não é uma peça de roupa cara, mas sim um desumidificador.


Na verdade a coisa que mais queria era uma carro para não andar à chuva, mas por agora já ficava bem contente se tivesse um desumidificador para não ter que enfrentar o stress do Inverno passado.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Halloween disaster

Lembraram-me ontem que faz hoje um ano estava eu a passear em Nova Iorque e a preparar-me para assistir à New York City Halloween Parade.

Eu própria quis ter o meu disfarce de Halloween.

A única foto que eu tenho do desfile.

E um pequeno vídeo que fiz.

Foi talvez por isso que este ano tive uma vontade grande de comemorar o Halloween. Isso e:
  • um convite para assistir a um concerto de Moonspell em Almada;
  • um passo a passo maravilhoso para uma maquilhagem de Corpse Bride que teve que ser abandonado porque a roupa exigia muito investimento;
  • um projecto de máscara para dead cheerleader, com direito a maquilhagem, buracos de balas, roupa rasgada e cabelos desgrenhados;
  • feridas falsas compradas no Ebay;
  • convites para festa de amigos.

E eis que, depois de bilhetes e feridas falsas comprados, expectativas geradas, esta totó que vos escreve repara que o Halloween é numa segunda-feira e...

SEGUNDA-FEIRA É DIA DE AULAS! =(

Enfim, nada feito. A única coisa que sobrou para assinalar o dia foram três velinhas muito fofas de abóbora que comprei no Lidl. E quatro horas de aulas.



Happy Halloween for those who can!

domingo, 30 de outubro de 2011

Hoje no PRIMO

Virgem Suta em grande, recriando Carmen Miranda.


Gosto muito!

E o Nuno Lopes. Gosto tanto do Nuno Lopes. Quero um toque de despertador com o Nuno Lopes a fazer voz de "programa nocturno de rádio" e a dizer «bom dia, são horas de acordar; vá lá, eu sei que custa mas hoje está um dia lindo». A sério, vão lá ouvir o podcast do PRIMO de hoje (para quem não sabe, Rádio Comercial, com o Palmeirim e o Markl) e depois digam se eu não tenho razão.

E é isto.

sábado, 29 de outubro de 2011

Grande vergonha

Governo Francês proibe vegetarianismo nas escolas

Quem acredita que os animais não são nossos para os comermos é agora em França um cidadão de segunda.

Um Decreto-Lei de 2 de Outubro de 2011 (1) determina que todas as refeições servidas em cantinas escolares em França devem conter produtos animais e que carne e peixe serão servidos com uma frequência mínina pré-estabelecida. Isto implica que por lei, daqui em diante nenhum vegetariano pode comer em nenhuma escola pública ou privada em França.

Seis milhões de crianças em idade escolar são agora obrigadas a comer animais, quer queiram quer não. Para muitas famílias almoçar em casa não é uma opção. No máximo, a um estudante vegetariano será permitido deixar o animal no prato e por conseguinte ficar com refeições desequilibradas.

Em seguimento de uma lei votada no ano passado pelo Parlamento Francês (2), medidas semelhantes serão tomadas em breve em relação a quase todos os serviços de catering, dos infantários aos hospitais, prisões e lares de terceira idade. O vegetarianismo terá sido por essa altura banido para uma grande parte da população.

Estas medidas querem, pretensamente, a todo o custo assegurar a qualidade nutricional das refeições. Carne animal é imposta como a única fonte de proteína e ferro e os lacticínios como as únicas fontes de cálcio, minimizando o facto de todos estes nutrientes serem obtidos tanto em qualidade como em quantidade em fontes minerais e vegetais. O facto de ser reconhecido internacionalmente que dietas vegetarianas cuidadas, incluindo dietas totalmente vegetarianas ou veganas, são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem trazer benefícios para a saúde na prevenção e tratamento de certas doenças e que dietas vegetarianas bem planeadas são adequadas para o indivíduo durante todas as fases da vida, incluíndo gravidez, amamentação, infância, adolescência e mesmo para atletas (3) é quase ignorado.

Nenhuma consideração prática garante uma proibição cega do vegetarianismo, mesmo nas cantinas onde a administração esteja disposta a oferecer alternativas vegetarianas ou veganas. Este decreto é, portanto, uma violação arbitrária dos direitos dos cidadãos franceses vegetarianos.

A União Vegetariana Europeia quer salientar que a decisão que muitos cidadãos tomaram de não comer animais não é um mero capricho dietético ou uma escolha inconsequente de uma estilo de vida, mas baseia-se para muitos numa visão profunda dos princípios de como os animais deveriam ser tratados. Um governo democrático não pode restringir arbitrariamente os princípios dos seus cidadãos ou a sua prática. A declaração dos direitos fundamentais da União Europeia, ratificada pelos estados membros incluindo a França, afirma que: todos têm o direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. Este direito inclui a liberdade para mudar de religião ou crença e a liberdade, quer a sós ou em comunidade, em público ou em privado, de manifestar religião ou crença, em oração, ensino, prática e observância (4).

O debate público em torno dos direitos dos animais e o estatuto moral dos animais é tão activo em França como noutros países. Os cidadãos são livres de escolher a sua posição sobre estes temas, e aqueles que acreditam que em consciência não podem aceitar comer animais não podem ser discriminados.

Um governo não pode decidir um debate filosófico, ético e político restringindo os direitos daqueles que discordam com as suas posições. Desde há anos, a posição oficial do governo francês tem sido abertamente hostil ao vegetarianismo (5). O ministro francês da agricultura Bruno Lemaire, declarou em Janeiro de 2010 que a meta do governo e a sua política de nutrição pública era defender o modelo de agricultura francês e contrariar iniciativas como a encabeçada por Paul McCartney, aconselhando a redução do consumo de carne (6).

A União Vegetariana Europeia exige que os recentes decretos-leis governamentais proibindo o vegetarianismo em cantinas escolares sejam revogados e que o governo Francês respeite os direitos civis dos seus cidadãos vegetarianos.

Renato Pichler

Presidente da União Vegetariana Europeia (EVU)

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Notas:

1. Decreto nº 2011-1227 de 30 de Setembro de 2011; fim de 30 de Setembro de 2011.

2. "Lei pela modernização da agricultura e pescas" publicado em 27 de Julho de 2010 .

3. Posição da American Dietetic Association

4. Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia, artigo 10.1

5. Um exemplo é o site mangerbouger.fr, onde o único conselho nutricional dado a um adolescente relativamente á sua vontade em tornar-se vegano é "para seu bem não siga essa dieta!"
(www.mangerbouger.fr/pro/IMG/pdf/guide_adolescents-2.pdf, página 11).

6. http://tinyurl.com/FlashLeFigaro


FONTE

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fechar mais cedo o Metro de Lisboa

O deputado Bruno Dias, do PCP, questionou hoje o ministro da Economia sobre o possível encerramento da rede de Metro de Lisboa depois das 23 horas.

De acordo com o deputado comunista, o estudo foi pedido pelo Governo à administração do Metro de Lisboa e contempla ainda o encerramento de algumas estações a partir das 21 horas, nomeadamente entre Odivelas e Campo Grande e Colégio Militar e Amadora.
FONTE

Será que o senhor ministro alguma vez andou de metro às 23h? Se calhar devia, antes de mandar fazer estudos destes. Mas eu posso dizer-lhe algumas coisas.

Muitas faculdades com ensino nocturno (como o caso da minha) acabam às 23h ou às 22h30, o que significa que centenas ou milhares de estudantes iriam ficar sem transporte para regressar a casa.
Muitas pessoas regressam do trabalho a essa hora: os trabalhadores de lojas, pessoal que trabalha em limpezas, que muitas vezes funcionam depois do encerramento de escritórios e lojas, só para citar alguns exemplos.
Em suma, às vezes, às 23h, não há lugares sentados no metro. Sim, andam cheios.

E depois, qual é a alternativa? Andar de taxi? Talvez com o ordenado do senhor ministro dê, mas para a maioria das pessoas não será possível. Ou então se calhar o melhor é aumentar o número de carros na cidade. Claro que quem não tem, azar, não é? E que simpático seria fazê-lo agora que começa a época da chuva?




Há coisas que não se percebem. E esta gente cada vez que acorda vomita uma medida nova para #&@!§ o povo.

O mais engraçado é que ele nem respondeu à pergunta que lhe foi colocada. Que vergonha!