Desculpem-me o desabafo, especialmente aqueles que me emprestam o que hoje tenho, e pelo qual estou muito agradecida, mas se há dias que a paciência quase que acaba, hoje é um deles, e logo hoje... amanhã tinha onde estar, precisava tanto dele. Enfim, paciência!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Ainda sobre o rodeio no Porto
Recebi hoje uma resposta (a única até ao momento) aos vários e-mails que mandei a propósito do rodeio que se vai realizar no Porto - ver aqui.
A resposta veio da FNAC e é o seguinte:
Caro(a) Cliente,
Agradecemos o seu contacto, no entanto, por questões de ordem técnica informamos que não nos é possível aceder ao corpo da sua mensagem.
Assim sendo, pedimos que nos faça chegar o seu email novamente caso ainda pretenda apresentar a sua questão/sugestão.
Agradecemos a sua compreensão para esta situação.
Estamos ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional.
Atentamente,
Serviço ao Cliente Fnac.pt
Que conveniente, não?
A resposta veio da FNAC e é o seguinte:
Caro(a) Cliente,
Agradecemos o seu contacto, no entanto, por questões de ordem técnica informamos que não nos é possível aceder ao corpo da sua mensagem.
Assim sendo, pedimos que nos faça chegar o seu email novamente caso ainda pretenda apresentar a sua questão/sugestão.
Agradecemos a sua compreensão para esta situação.
Estamos ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional.
Atentamente,
Serviço ao Cliente Fnac.pt
Que conveniente, não?
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Não coma carne para lutar contra as alterações do clima, diz a ONU
Quer lutar contra o aquecimento global? Então escolha um dia qualquer da semana e não coma carne. A recomendação é de Rajendra Pachauri, secretário do Painel Intergovernamental para as Alterações Cimáticas (IPCC, na sigla em inglês), o grupo de cientistas que avalia o que se sabe sobre as alterações climáticas, trabalhando sob a égide da ONU, e que em 2007 foi distinguido com o Nobel da Paz, junto com Al Gore.
Para produzir um quilo de carne de vaca são precisos nove quilos de comida para alimentar o animal. Por isso, mudanças na nossa dieta podem ter um grande efeito na ocupação da terra e na criação de gado - ambos contribuintes importantes para as emissões de gases com efeito de estufa que estão a alterar a composição da atmosfera da Terra.
A Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) estima que a produção de carne represente um quinto das emissões de gases com efeito de estufa. E a FAO aponta para que o consumo de carne duplique na próxima década.
Pachauri fez este apelo em declarações ao semanário britânico "The Observer" - e esta promete ser uma das recomendações mais polémicas do IPCC. Mas a lógica de Pachauri é que é mais fácil cada pessoa introduzir pequenas modificações nos seus hábitos do que esperar grandes alterações a nível global no sistema de transportes, por exemplo. "Em termos de facilidade de acção e possibilidade de fazer reduções rapidamente [nas emissões de gases de estufa] esta é claramente a melhor hipótese", disse Pachauri ao Observer. "Deixe de comer carne um dia por semana, e vá reduzindo a partir daí", recomendou o economista indiano - que é vegetariano.
Mas nem todas as carnes são iguais: são necessárias 54 calorias de combustíveis fósseis para produzir uma caloria de carne de vaca. Para o porco, os valores são 17 para 1, e para galinha, 4 para 1.
Fonte: Público.pt
Para produzir um quilo de carne de vaca são precisos nove quilos de comida para alimentar o animal. Por isso, mudanças na nossa dieta podem ter um grande efeito na ocupação da terra e na criação de gado - ambos contribuintes importantes para as emissões de gases com efeito de estufa que estão a alterar a composição da atmosfera da Terra.
A Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) estima que a produção de carne represente um quinto das emissões de gases com efeito de estufa. E a FAO aponta para que o consumo de carne duplique na próxima década.
Pachauri fez este apelo em declarações ao semanário britânico "The Observer" - e esta promete ser uma das recomendações mais polémicas do IPCC. Mas a lógica de Pachauri é que é mais fácil cada pessoa introduzir pequenas modificações nos seus hábitos do que esperar grandes alterações a nível global no sistema de transportes, por exemplo. "Em termos de facilidade de acção e possibilidade de fazer reduções rapidamente [nas emissões de gases de estufa] esta é claramente a melhor hipótese", disse Pachauri ao Observer. "Deixe de comer carne um dia por semana, e vá reduzindo a partir daí", recomendou o economista indiano - que é vegetariano.
Mas nem todas as carnes são iguais: são necessárias 54 calorias de combustíveis fósseis para produzir uma caloria de carne de vaca. Para o porco, os valores são 17 para 1, e para galinha, 4 para 1.
Fonte: Público.pt
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Quase que parecem anedotas...
... mas certamente proporcionam umas boas gargalhadas.
Dizia o camarada Casanova na sua intervenção no comício de encerramento da 32ª edição da Festa Do Avante!:
"[...] é natural que a nossa Festa – que tantas alegrias e momentos de felicidade dá a milhares e milhares de homens, mulheres e jovens de Abril – incomode muito todos aqueles que, de há 32 anos para cá, tudo têm feito para liquidar o que de mais avançado, progressista e belo, a revolução de Abril no trouxe. A esses, tudo nesta Festa os incomoda."
"A partir dessa lei [lei de financiamento dos partidos], mesmo sendo como é, e subvertendo-a, os zeladores pelo seu cumprimento disparam contra a Festa rajadas de ódio de classe, invocando pretextos que se não fossem perigosos, eram apenas ridículos."
"Vejamos alguns exemplos, que traduzem bem os objectivos que presidem à acção persecutória e repressiva desses inimigos da Festa: dizem eles, falando a sério, que tudo o que na Festa é comprado pelos visitantes, desde uma bica ou uma cerveja até um almoço ou uma peça de artesanato, tudo tem que ser pago com cheque ou através do Multibanco – ideia que, para além de elevar o absurdo à sua escala máxima, condenaria à fome e à sede quem não tenha livro de cheques ou cartão multibanco.
Dizem eles, falando a sério, que o lucro da Festa são as receitas totais e não a diferença entre as receitas e as despesas – ou seja: se vendermos uma garrafa de água por 1 euro, 1 euro é o lucro dessa venda, não entrando nas contas deles o pagamento dessa garrafa de água aos fornecedores.
E para além disto, e ridicularizando-se ainda mais, dizem que são imparciais, que vêm fiscalizar a Festa do Avante! tal como fiscalizaram um Congresso do PSD ou um jantar do PS...- como se fosse possível fazer tal comparação."
"Mas eles são assim. E perseguem, e ameaçam, e provocam, e comportam-se como inquisidores chispando ameaças de autos de fé, e dizem que, e que, e que… e que se tudo não for feito como eles ordenam, acabam com a Festa – que é afinal, o seu objectivo principal.
Então, é bom que saibam - e daqui lhes dizemos - que não conseguirão alcançar esse objectivo.
Porque nós não deixaremos. Nós: os construtores e visitantes da Festa do Avante!
É bom que saibam - e daqui lhes dizemos - que as suas atitudes em relação à Festa do Avante! são incompatíveis com a democracia e a liberdade que conquistámos em 25 de Abril – e que são eles que estão fora da lei democrática.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos - que nós, comunistas, da mesma forma que, no passado, e em condições bem mais difíceis, combatemos o fascismo, dando um contributo decisivo para que o 25 de Abril acontecesse, daremos, hoje, igual contributo para defender a democracia e a liberdade de Abril.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos – que à sua sem-razão responderemos com a razão dos ideais de Abril.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos – que não passarão! Não passarão!
Porque a Festa do Avante!, Festa de Abril, obra do colectivo partidário comunista e espaço de liberdade, é património da democracia, é património de milhares e milhares de comunistas e outros democratas. Que a defenderão. E que continuarão a fazer dela, todos os anos, a mais bela de todas as festas."
Então, não dá para rir?
"[...] é natural que a nossa Festa – que tantas alegrias e momentos de felicidade dá a milhares e milhares de homens, mulheres e jovens de Abril – incomode muito todos aqueles que, de há 32 anos para cá, tudo têm feito para liquidar o que de mais avançado, progressista e belo, a revolução de Abril no trouxe. A esses, tudo nesta Festa os incomoda."
"A partir dessa lei [lei de financiamento dos partidos], mesmo sendo como é, e subvertendo-a, os zeladores pelo seu cumprimento disparam contra a Festa rajadas de ódio de classe, invocando pretextos que se não fossem perigosos, eram apenas ridículos."
"Vejamos alguns exemplos, que traduzem bem os objectivos que presidem à acção persecutória e repressiva desses inimigos da Festa: dizem eles, falando a sério, que tudo o que na Festa é comprado pelos visitantes, desde uma bica ou uma cerveja até um almoço ou uma peça de artesanato, tudo tem que ser pago com cheque ou através do Multibanco – ideia que, para além de elevar o absurdo à sua escala máxima, condenaria à fome e à sede quem não tenha livro de cheques ou cartão multibanco.
Dizem eles, falando a sério, que o lucro da Festa são as receitas totais e não a diferença entre as receitas e as despesas – ou seja: se vendermos uma garrafa de água por 1 euro, 1 euro é o lucro dessa venda, não entrando nas contas deles o pagamento dessa garrafa de água aos fornecedores.
E para além disto, e ridicularizando-se ainda mais, dizem que são imparciais, que vêm fiscalizar a Festa do Avante! tal como fiscalizaram um Congresso do PSD ou um jantar do PS...- como se fosse possível fazer tal comparação."
"Mas eles são assim. E perseguem, e ameaçam, e provocam, e comportam-se como inquisidores chispando ameaças de autos de fé, e dizem que, e que, e que… e que se tudo não for feito como eles ordenam, acabam com a Festa – que é afinal, o seu objectivo principal.
Então, é bom que saibam - e daqui lhes dizemos - que não conseguirão alcançar esse objectivo.
Porque nós não deixaremos. Nós: os construtores e visitantes da Festa do Avante!
É bom que saibam - e daqui lhes dizemos - que as suas atitudes em relação à Festa do Avante! são incompatíveis com a democracia e a liberdade que conquistámos em 25 de Abril – e que são eles que estão fora da lei democrática.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos - que nós, comunistas, da mesma forma que, no passado, e em condições bem mais difíceis, combatemos o fascismo, dando um contributo decisivo para que o 25 de Abril acontecesse, daremos, hoje, igual contributo para defender a democracia e a liberdade de Abril.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos – que à sua sem-razão responderemos com a razão dos ideais de Abril.
É bom que saibam – e daqui lhes dizemos – que não passarão! Não passarão!
Porque a Festa do Avante!, Festa de Abril, obra do colectivo partidário comunista e espaço de liberdade, é património da democracia, é património de milhares e milhares de comunistas e outros democratas. Que a defenderão. E que continuarão a fazer dela, todos os anos, a mais bela de todas as festas."
Então, não dá para rir?
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Alerta de Acção do MATP Contra os Rodeios em Portugal
Ajude o MATP-MOVIMENTO ANTI-TOURADAS DE PORTUGAL, ACÇÃO ANIMAL e o CENTRO VEGETARIANO a impedir um enorme e brutal "1º Rodeio no Porto", previsto para acontecer entre 18 e 21 de Setembro.
Envie a seguinte mensagem ou de preferência uma escrita por si aos apoiantes e organizadores pedindo-lhes que não realizem o "1ºRodeio no Porto" previsto para acontecer entre 18 e 21 de Setembro.
Exm.º Senhores:
Tomei conhecimento que está previsto um "rodeio brasileiro" de 4 dias no Porto a ter lugar no Queimódromo, entre 18 e 21 de Setembro.
Os Rodeios não são mais do que espectáculos de violência perpetrada sobre animais indefesos e de extrema crueldade que incluem, entre outros, laçar um bezerro, luta corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios. No decorrer destas actividades Bezerros são atirados violentamente para o chão causando a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa. Bois e Cavalos sofrem lesões diversas incluindo distensão de ligamentos e tendões. São usados ainda choques eléctricos, esporas, substâncias cáusticas, o chamado "Sedém" que é um artefacto de couro que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pénis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento de entrada do animal na arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas de vísceras, fracturas ósseas, hematomas e outras hemorragias internas e, dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais factores, podendo causar a sua morte. Outros dispositivos de tortura são usados para irritar e ou enfurecer os animais usados nos rodeios, com o objectivo de mostrar um bom "show " para a multidão.
Apelo por isso às Lojas Fnac e Abreu que se recusem a vender bilhetes para este Rodeio, não pactuando assim com a promoção da cultura de crueldade. Apelo também ao seu Patrocinador Oficial, Centro Comercial Dolce Vita e aos Apoiantes Porto Lazer E.M., Câmara Municipal do Porto e Consulado do Brasil no Porto que se desmarquem e retirem imediatamente todo o seu apoio a este evento e promovam o seu cancelamento, tanto mais que os Rodeios são uma actividade proibida em Portugal, de acordo com a Lei de Protecção dos Animais em vigor (Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro) nomeadamente no n.º1 do seu artigo 1.º, quando estipula que "São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”, tendo por isso já sido impedidas outras tentativas de realização destes eventos em Portugal.
Caso não seja retirado esse apoio, informo desde já que irei denunciar publicamente a nível nacional e internacional a sua conivência com o maltrato animal e nos casos das empresas comerciais envolvidas apelarei a um boicote sistemático e continuado que com certeza se irá reflectir nas vendas de produtos nas suas lojas.
Confiando que V. Ex.as não deixarão de corresponder a este apelo, apresento os meus melhores cumprimentos,
Atentamente,
Nome:
Cidade/País:
E-mail:
-----------
Organizadores para os quais podem e devem enviar as vossas mensagens:
Porto Lazer, EM: geral@portolazer.pt
Câmara Municipal do Porto: geral@cm-porto.pt; gabinete.municipe@cm-porto.pt
Dolce Vita Shopping: geral@dolcevita.pt
Consulado do Brasil no Porto: cgporto@mail.telepac.pt
Lojas Fnac: norteshopping@fnac.pt; http://www.fnac.pt/pt/Institutional/ContactCenter.aspx
Lojas Abreu dvporto@abreu.pt; administracao@abreu.pt
Envie a seguinte mensagem ou de preferência uma escrita por si aos apoiantes e organizadores pedindo-lhes que não realizem o "1ºRodeio no Porto" previsto para acontecer entre 18 e 21 de Setembro.
Exm.º Senhores:
Tomei conhecimento que está previsto um "rodeio brasileiro" de 4 dias no Porto a ter lugar no Queimódromo, entre 18 e 21 de Setembro.
Os Rodeios não são mais do que espectáculos de violência perpetrada sobre animais indefesos e de extrema crueldade que incluem, entre outros, laçar um bezerro, luta corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios. No decorrer destas actividades Bezerros são atirados violentamente para o chão causando a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa. Bois e Cavalos sofrem lesões diversas incluindo distensão de ligamentos e tendões. São usados ainda choques eléctricos, esporas, substâncias cáusticas, o chamado "Sedém" que é um artefacto de couro que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pénis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento de entrada do animal na arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas de vísceras, fracturas ósseas, hematomas e outras hemorragias internas e, dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais factores, podendo causar a sua morte. Outros dispositivos de tortura são usados para irritar e ou enfurecer os animais usados nos rodeios, com o objectivo de mostrar um bom "show " para a multidão.
Apelo por isso às Lojas Fnac e Abreu que se recusem a vender bilhetes para este Rodeio, não pactuando assim com a promoção da cultura de crueldade. Apelo também ao seu Patrocinador Oficial, Centro Comercial Dolce Vita e aos Apoiantes Porto Lazer E.M., Câmara Municipal do Porto e Consulado do Brasil no Porto que se desmarquem e retirem imediatamente todo o seu apoio a este evento e promovam o seu cancelamento, tanto mais que os Rodeios são uma actividade proibida em Portugal, de acordo com a Lei de Protecção dos Animais em vigor (Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro) nomeadamente no n.º1 do seu artigo 1.º, quando estipula que "São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”, tendo por isso já sido impedidas outras tentativas de realização destes eventos em Portugal.
Caso não seja retirado esse apoio, informo desde já que irei denunciar publicamente a nível nacional e internacional a sua conivência com o maltrato animal e nos casos das empresas comerciais envolvidas apelarei a um boicote sistemático e continuado que com certeza se irá reflectir nas vendas de produtos nas suas lojas.
Confiando que V. Ex.as não deixarão de corresponder a este apelo, apresento os meus melhores cumprimentos,
Atentamente,
Nome:
Cidade/País:
E-mail:
-----------
Organizadores para os quais podem e devem enviar as vossas mensagens:
Porto Lazer, EM: geral@portolazer.pt
Câmara Municipal do Porto: geral@cm-porto.pt; gabinete.municipe@cm-porto.pt
Dolce Vita Shopping: geral@dolcevita.pt
Consulado do Brasil no Porto: cgporto@mail.telepac.pt
Lojas Fnac: norteshopping@fnac.pt; http://www.fnac.pt/pt/Institutional/ContactCenter.aspx
Lojas Abreu dvporto@abreu.pt; administracao@abreu.pt
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Uma foca que tem medo do frio
Chama-se Sahara, tem dois anos, e tornou-se uma foca conhecida por ter nadado, por duas vezes, milhares de quilómetros desde o Árctico até ao mar Mediterrâneo para fugir das águas frias.
A sua fobia ao frio é muita, mas um grupo de cientistas da Reserva Nacional de Focas do Reino Unido está disposto a ajudá-la a habituar-se àquele que é o seu habitat por natureza, informa o The Telegraph.
«Basicamente, o problema da Sahara é que é uma foca árctica que tem medo do frio. É como se um pássaro tivesse medo das alturas», explicou Tamara Coope, a sua tratadora.
Os cientistas deram uma máquina de fazer gelo à foca para que esta se habitue ao frio. Nos primeiros momentos, a Sahara fugiu do gelo, mas já começa a adaptar-se.
«Diverte-se a sentar-se no gelo, a quebrá-lo e a esfregar o nariz nele. Achamos que não vai demorar até que Sahara se torne uma verdadeira foca do Alasca novamente», disse Rachael Vine, porta-voz da reserva.
Fonte: IOL Diário
A sua fobia ao frio é muita, mas um grupo de cientistas da Reserva Nacional de Focas do Reino Unido está disposto a ajudá-la a habituar-se àquele que é o seu habitat por natureza, informa o The Telegraph.
«Basicamente, o problema da Sahara é que é uma foca árctica que tem medo do frio. É como se um pássaro tivesse medo das alturas», explicou Tamara Coope, a sua tratadora.
Os cientistas deram uma máquina de fazer gelo à foca para que esta se habitue ao frio. Nos primeiros momentos, a Sahara fugiu do gelo, mas já começa a adaptar-se.
«Diverte-se a sentar-se no gelo, a quebrá-lo e a esfregar o nariz nele. Achamos que não vai demorar até que Sahara se torne uma verdadeira foca do Alasca novamente», disse Rachael Vine, porta-voz da reserva.
Fonte: IOL Diário
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Judoca medalhada nos Jogos Olímpicos torna-se vegana
O filme Earthlings, bem como o exemplo de amigos e família, convenceram Ronda Rousey, que ganhou a medalha de bronze na classe de 70 kgs de Judo, a tornar-se vegana.
Num email datado de 27 de Agosto de 2008 e dirigido à secção de notícias da União Vegetariana Internacional, Ronda confirmou que manteve a promessa a si própria e até excedeu as suas espectativas: "Bem, quando o vi pela primeira vez [Earthlings] quis tornar-me vegana mas decidi tornar-me vegetariana primeiro porque não achei que tivesse a força de vontade suficiente. Mas agora já sou vegana há duas semanas! E adoro, normalmente ganho imenso peso e sinto-me inchada depois das competições, mas desta vez sinto-me óptima! Estou a cozinhar um burrito de arroz e feijões neste preciso momento!"
Fonte: Centro Vegetariano
Num email datado de 27 de Agosto de 2008 e dirigido à secção de notícias da União Vegetariana Internacional, Ronda confirmou que manteve a promessa a si própria e até excedeu as suas espectativas: "Bem, quando o vi pela primeira vez [Earthlings] quis tornar-me vegana mas decidi tornar-me vegetariana primeiro porque não achei que tivesse a força de vontade suficiente. Mas agora já sou vegana há duas semanas! E adoro, normalmente ganho imenso peso e sinto-me inchada depois das competições, mas desta vez sinto-me óptima! Estou a cozinhar um burrito de arroz e feijões neste preciso momento!"
Fonte: Centro Vegetariano
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Anita no zoo
Ontem passei o meu domingo no Jardim Zoológico de Lisboa com a minha mãe, graças à minha Tia Alice que ofereceu bilhetes.

Foi um dia muito agradável, apesar dos meus sentimentos em relação a Jardins Zoológicos serem bastante confusos. Será o zoo um local onde se preservam os animais, cuidando deles, dando-lhes carinho, contribuindo para a preservação das espécies, ou apenas um negócio onde se abusam dos animais para lucro, para o espectáculo e deleite dos visitantes.

Olhando para o Zoo de Lisboa e para a evolução que teve nos últimos anos, custa-me a crer que não haja uma verdadeira preocupação pelos animais. A maioria dos animais deixou de estar em jaulas de pedra, sem qualquer conforto ou ligação ao seu habitat natural para passarem a estar em espaços cuidados, desenhados a pensar nas necessidades dos que lá vivem. Sinceramente os que lá vivem pareceram-me tranquilos e bem adapatados, se bem que ainda nem todos dispõem de condições excelentes.

De qualquer forma gostei do que vi e do que pude tocar, pois aproveitei as oportunidades que foram surgindo para tocar em alguns animais (só nunca tive a oportunidade de tocar nos golfinhos, malditas crianças com a mania que são bonitinhas!).

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